quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Cadê o merthiolate?

Quando criança a palavra mais temida era merthiolate,
tomava cuidado pra não machucar pra não ter perigo da minha mãe querer passar
e quando ia passar ainda falava que o machucado nem tava doendo.
Lembro que chorava mais com ele do que por causa do machucado.
E como eu queria que hoje as dores fossem igual esses machucados,
se decepcionar faz parte do crescimento.
Aceitar que as pessoas estão de passagem na sua vida talvez seja a parte mais complicada.
Ser humano não nasceu pra lidar com perdas.
Independente do que esteja em jogo, uns não aceitam nem perder no par ou ímpar.
Aceitar que pessoas também são passageiras, 
como tudo.
Ta aí uma boa lição pra se aprender.

E quando...

E quando um sentimento não cabe mais no peito?
E não se tem outra opção a não ser deixá-lo guardado.
Sabe que quanto mais falar dele, mais machucado ficará?
Mas se não falar, vai de machucar também?
Mesmo sabendo que é impossível,
Não quer perder esse sentimento?
Um sentimento que só maltrata,
Não há reciprocidade nem um sua essência.
o que fazer?



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Sem mais

Ao ver paixões de diversas formas descritas,
Me deu uma vontade louca de escrever,
Mesmo sem ter um assunto,
Mesmo passando por uma turbulência,
Mesmo estando em situações que poderia gerar ataques de nervos,
E mesmo assim, estar calma, tranquila, em paz, como poucas vezes estive.
Não sei se isso é aceitação ou amadurecimento.
Prefiro acreditar que é amadurecimento.
Estar preparada para agora sim, começar uma vida.
Com paixões que não tirem meu sono, mais que me transformem em algo melhor.
Todas formas de paixões são bem-vindas!



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O que faz bem


Pessoas me julgando sem conhecer,
Sentimentos indiferentes,
Palavras que machucam por menores que sejam,
Sorriso não correspondido,
Lágrima ignorada.
Até pra definir o que não faz bem é complicado.
Agora imagina ignorar tudo isso?
As pessoas que fazem com que eu não me sinta bem?
Se nem eu consigo me afastar.
De certa forma é um masoquismo, 
aceitar situações que me deixam mal,
e nem assim tira-los de mim.
O que me faz mal é necessário.
Sendo assim, decidi,
aceitar tudo que não me faz bem,
sem esperar que eles me façam bem.




segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Um ET

          Viver dia após dia em uma sociedade que te julga e obriga a ser igual te faz sentir um Extra terrestre.
Pior é quando você se sente assim sem ninguém dizer uma palavra, se sentir excluída, mesmo sabendo que isso por um lado está de fazendo bem. E até estando feliz por não compactuar com certas situações.
       Porém a pior parte de ser um ET em pleno 2012 é esperar reciprocidade. Não fazendo as coisas esperando algo em troca.
        Será que é pedir muito alguém pra conversar? Alguém que pergunte realmente se você está bem? O que está sentindo?
     Faço isso, todos dias as pessoas derramam suas toneladas de dramas em cima de mim, escuto, converso, tento ajudar. E quando preciso? N E N H U M
        Não acho que eles estejam errados.
        A errada na verdade sou eu de aceitar essa situação. Pensei várias maneiras de fugir disso.
        E só cheguei a uma conclusão: Não vai adiantar eu fugir do problema, como todos tenho que enfrentar. Parar de aceitar que as pessoas me façam de psicóloga.
        Coisa que não sou, se é que não deu pra perceber ainda.